Lata de lixo energética

Todas as vezes que alguém disser algo que você não quer absorver (porque escolhe isso) faça assim:

Imagine a informação entrando por um ouvido como um pedaço de papel.

Em seguida visualise o mesmo papel saindo pelo outro ouvido e indo parar em uma lata de lixo vermelha.

Este exercício deixa claro para sua mente inconsciente o que você não quer!

Cristina Longhi

Atendimento com Cristina Longhi em Belo Horizonte!!!


Estarei atendendo em Belo Horizonte dia 13/10/14

Seu mentor espiritual está sempre disposto a lhe ajudar, assim como seu anjo da guarda! 

Nosso propósito maior na vida é o crescimento pessoal. Muitas vezes para crescer precisamos entender certas coisas, superar medos, deixar coisas para trás, fazer mudanças.
Podemos entender melhor o que nos cabe nesta jornada através da orientação direta de nosso mentor e de nosso anjo da guarda.

Poucos horários dispníveis!!!

Para agendar sua consulta: jornadasdaalma@gmail.com


A estranha na minha casa

Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu uma estranha, recém-chegada à nossa pequena cidade.

Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esta encantadora personagem e, em seguida, a convidou a viver com nossa família. 

A estranha aceitou e, desde então, tem estado conosco.
 
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.

Meus pais eram instrutores complementares... minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.

 
Mas a estranha era nossa narradora. 
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.

Ela sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.

Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
 
Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.

Fazia-me rir, e me fazia chorar. 
A estranha nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava. 

Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. 
(Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez para que a estranha fosse embora).
 
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas a estranha nunca se sentia obrigada a honrá-las.

As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse.

Entretanto, nossa visitante de longo prazo usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.

MEU ​
pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas a estranha nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.

Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.

Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. 

Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
 
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pela estranha.

Repetidas vezes a criticaram, mas ela nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
 
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para nossa família. 

Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era no princípio.

Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda a encontraria sentada em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...

Seu nome?

Bom... nós a chamamos
TELEVISÃO.

O que é seu e o que é do outro?

É importante entender que muito do que sente pode não ser seu, você sabia?

É comum mantermos um sentimento que é do outro. Por exemplo, se sua mãe é uma pessoa depressiva, pode ser que esteja somente sentindo depressão como ela por compaixão. Ou talvez  tenha ficado com raiva ou pessimista depois que se encontrou com alguém assim.

 Ao perceber isso diga a si mesmo enquanto pensa na outra pessoa:


O que é seu eu deixo com você!


A dor de não ser compreendido

Para compreender é preciso entrar no mundo do outro. Sem isso não é possível entender nada. É preciso compreender que o momento atual do outro é realidade dele. Quem julga tenta entender o mundo do outro através da própria realidade.

A realidade de uma pessoa é composta pelo entendimento que a pessoa tem a respeito de uma determinado assunto. E a realidade do outro é o que é confortável naquele momento. Tentar fazer alguém mudar é querer interferir na forma que uma coisa deve ou não ser compreendida.
Cristina Longhi - Comunicadora da Rádio Mundial