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Curso Anjos, Mestres e Mentores com Cristina Longhi




Workshop dinâmico focado no aprendizado a tudo que se referere aos Anjos, Mestres e Mentores espirituais. O objetivo é fazer o aluno descobrir qual sua linhagem espiritual e como fazer contato com os seres que o ajudam. 


Você aprenderá:
  • Qual seu principal canal energético e como utilizá-lo.
  • Como contatar estes seres energéticos para que o auxiliem em sua vida diária.
  • Descobrirá quem te acompanha, o porque  e como manter este contato aberto.
Ajudarei você a se comunicar com seu mentores!

Horário: de 9h às 17h 

Em São Paulo no Brooklin

R$ 270,00 - Pode ser dividido.

Garanta sua vaga:
11 4327 4301 ou whatts: 11 96965 7748

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Vivência Mente Divina com Cristina Longhi

Vivência Mente Divina com Cristina Longhi

Faremos uma vivência presencial para você se conectar com sua essência divina em busca da força necessária para aquilo que deseja.

Você GANHARÁ O livro Anjos e Mentores autografado ao participar desta vivência!

Você será conduzido a uma experiência que vai mudar sua vida!

Dia 09 de Abril, das 19:00 as 21:00 no Brooklin
Valor por pessoa: R$ 50,00
Vagas limitadas, faça a reserva antes com Halana no 11 4327 4301


Mantra da Fortuna

A Pronúncia:

OM CHRIMMM MARRAH, LAKCHMIÊ ZZVAAAARRAA


O Significado do Mantra: 


"Eu Saúdo" ou "Eu Recebo" a Grande Abundância vinda de Lakshmie (3x).


Este mantra é dedicado à Vishnu e sua consorte, a Deusa da Fortuna, Lakshmie. Sabendo que Vishnu e Lakshmie atuam para manter a criação, entendemos o por que, de Lakshmie ser a deusa da fortuna. Ela é aquela que tem o poder divino de manifestar todas as nossas necessidades para que possamos manifestar nosso plano divino. 

Faça uma invocação antes do mantraPelo poder da Chama Trina em meu coração e do EU SOU O QUE EU SOU, amado Vishnu, amada Lakshmie, em nome do meu Eu Superior e da Mãe Divina; eu peço por direção, suprimento, confiança e alegria em minha vida. Elevem minha consciência e supram-me de tudo o que preciso para minha evolução e a conclusão do meu plano divino.

Novena - Como Fazer

Tradicionalmente, novena é fazer a mesma oração durante nove dias seguidos, dedicados a um determinado Santo/ Mestre, com a finalidade de obter graças específicas. Ao invés de uma oração, pode-se fazer novenas participando de uma missa, praticando um serviço religioso ou ritual, ou ainda recebendo a santa comunhão, sempre nove dias/ nove sextas feiras/ sábados, etc  seguidos.

No entanto, para este ciclo trevoso em que estamos vivendo, no auge da batalha de armagedom, novenas de nove dias, tem se revelado insuficiente.

O evangelho perpétuo de Deus (ensinamentos), por meio dos nossos amados Mestres Ascensos, nos ensina que as  novenas devem ser mais longas, usando números esotéricos como: 14, 33, 36, 40, 108, 144, qualquer múltiplo de três, ou até mesmo, indefinidamente, até conseguir a graça almejada, ou sentir em seu coração que deve parar.

El Morya - primeiro raio

Primeiro Raio: Azul Cobalto

Virtudes: fé, determinação, força de vontade Divina, impulso inicial da concretização

Através dos ensinamentos do Mestre Morya, conseguimos atingir as qualidades de liderança, com o uso apropriado do poder e da palavra, e a rendição final à divina vontade de Deus.

O estudante que deseja realmente seguir os ensinamentos dos Mestres Ascensos, seja em que raio for, deve começar por escrever uma carta para o Chohan do primeiro raio.

El Morya foi o patrocinador direto das escolas de mistério: a Sociedade Teosófica, a Agny Yoga, a Ponte para a Liberdade e a Summit Lighthouse.

Em 1851, El Morya contatou Helena Petrovna Blavatsky. Ele vivia sua ultima encarnação na Terra, e era o mais conhecido dos mahatmas tibetanos, um príncipe Rajput na classe de guerreiros e governantes da Índia, muito respeitado por sua coragem e honra. O mahatma Morya era, nas palavras de Blavatsky - “um gigante, de quase dois metros de altura, e de um porte magnífico; um tipo esplêndido de beleza masculina”.



Encontre a vontade divina para sua vida entoando este mantra do Mestre El Morya:

"El Morya,  El Morya, El Morya Khan, Eu quero a Vontade Divina! 
A Vontade de Deus é boa! Ilumina, Ilumina, Ilumina!" (108x)


El Morya e a Teosofia

o mestre ascenso El Morya Khan é o Senhor (chohan) do primeiro raio da Vontade Divina, chefe do conselho de Darjecling da Grande Fraternidade Branca. 

0 seu trabalho, em todas as suas vidas, sempre esteve ligado a uma devoção à palavra divina, elevando as suas visões e o seu empenho às obras de Deus. Isso criou à sua volta uma forte corrente, que flui por todas as encarnações da sua alma na Terra. Ele foi, entre outros, Abraão, que uniu os caldeus em torno da figura do Deus único, revelando-se um patriarca sábio que gerou as doze tribos de Israel.

El Morya também foi o rei Arthur, que inspirou grande parte das ordens cavalheirescas e plantou a semente da fraternidade entre os homens, ao participar da demanda do Graal, na qual vários dos seus cavaleiros e damas da corte foram iniciados nos mistérios interiores do Cristo. Após essa passagem pelo plano físico, ele ainda retornou às terras britânicas e irlandesas, nas figuras de Thomas Becket e Henrique II e VIII. 

Sua grande obra foi unir as antigas verdades espirituais do Oriente com as tradições do Ocidente, especialmente visível no seu empenho em relação à fundação da Sociedade Teosófica, no final do século XIX. Através de uma série de cartas dirigidas pelo mestre El Morya e pelo mestre Koot Hoomi Lal Singh a um grupo de estudantes e chelas, a sociedade pode iniciar seus trabalhos no Ocidente. A literatura da Sociedade Teosófica traz testemunhos do encontro de alguns teosofistas com El Morya, e todos foram unânimes em relatar a reverência com relação à sua ascendência divina, assim como o seu desejo em permanecer anônimo em relação ao mundo exterior. No ano de 1898, El Morya Khan ascendeu ao coração de Deus.

Nas décadas de 20 e 30 do século XX, o mestre ascenso El Morya trabalhou com Nicholas e Helena Roerich, que publicaram os seus escritos em diversas obras, permitindo assim a continuação do trabalho iniciado com a Sociedade Teosófica. Em 1958, ele estabeleceu um contato com Mark L.Prophet para divulgar os ensinamentos dos mestres ascensos através das Pérolas de Sabedoria,publicadas pela então recém-fundada Summit Lighthouse. 



Em 1851, El Morya contatou Helena Petrovna Blavatsky. Ele vivia sua ultima encarnação na Terra, e era o mais conhecido dos mahatmas tibetanos, um príncipe Rajput na classe de guerreiros e governantes da Índia, muito respeitado por sua coragem e honra. O mahatma Morya era, nas palavras de Blavatsky - “um gigante, de quase dois metros de altura, e de um porte magnífico; um tipo esplêndido de beleza masculina”.

Sua luta em levar as antigas verdades espirituais do Oriente para as tradições do Ocidente, é o que faz de  El Morya, um ser tão notável. A missão de El Morya, na criação e patrocínio da Sociedade Teosófica, era preparar o mundo para a vinda de um grande professor espiritual, esperado no último quarto do século 20, ou seja, entre 1975 e 2000.

Helena Blavatsky e o coronel Henry Steel Olcott fundaram a Sociedade Teosófica, sob a direção de El Morya, em 07 de setembro de 1875, na cidade de Nova Iorque. E em 1879, transferiram a sede  para Bombaim, na Índia e em 1882, para Adyar, Madras (atualmente Chennai), no sul da Índia, onde permanece até hoje. Esta escola só veio para o Brasil em 1910.

A Sociedade Teosófica recebeu muitos ensinamentos do Mestre Morya e de seu bom amigo, o Mestre Koot Hoomi Lal Singh (hoje, Mestre Ascenso Kuthumi), enviadas por meio de cartas conhecidas como as "cartas dos Mahatmas". Estas cartas encontram-se atualmente em um museu em Londres.
Não se sabe por certo a data do seu nascimento, mas sua ascensão foi em 1898 e a comemoração de sua ascensão, ocorre todo dia 4 de abril. A nota-chave musical do Mestre Morya, é "Pompas e Circunstância" e oseu retiro no plano etéreo está localizado sobre Darjeeling, na Índia.

Em 1887, durante uma conversa com o escritor Charles Johnston (marido de Vera, sobrinha de Blavatsky), quando ele perguntou sobre a idade do Mestre Morya, Blavatsky respondeu:
“Meu querido, não posso dizer exatamente, porque não sei. Mas conto-lhe o seguinte. Eu  encontrei Morya pela primeira vez quando tinha vinte anos. Ele era um homem no auge de sua força, na época. Agora, sou uma mulher velha, mas ele não parece nem um dia mais velho. Ele ainda está no auge da sua força. Isto é tudo o que posso dizer. Tire suas próprias conclusões”.


Quando o sr. Johnston insistiu e perguntou se os mahatmas haviam descoberto o elixir da vida, ela respondeu seriamente:
“Isso não é um mito. É apenas o véu que esconde um processo oculto real, o afastamento da velhice e da dissolução durante períodos que pareceriam fabulosos. O segredo é o seguinte: para todo ser humano há um climatério, quando ele deve se aproximar da morte. Se ele desperdiçou as suas forças vitais, não há escapatória, mas se ele viveu de acordo com a lei, pode atravessar esse período e assim continuar no mesmo corpo quase indefinidamente”.