Terror psicológico


Tenho observado muitas pessoas, principalmente mulheres que precisam enfrentar maridos destruidores,  pessoas enfezadas a ponto de usarem armas emocionais violentas a favor de si próprios.

São pessoas que tem de certa forma uma grande capacidade de comunicação e utilizam isso como arma fazendo com tudo isso um grande terror psicológico sobre suas vítimas.

Acontece também com frequência entre chefes e subordinados, onde o subordinado para manter o emprego precisa muitas vezes aguentar calado humilhações e comentários muito maldosos.

Que perfil tem estas pessoas? Como se livrar de uma pessoa assim?

Vou falar de ambos os perfis aqui, primeiramente da pessoa que é o terrorista. Essa pessoa geralmente utiliza suas armas somente sob aquelas  pessoas que de alguma forma se submetem, sei que isso é obvio, mas é que muitas vezes, a situação não é tão simples assim e a pessoa que se submete naquele momento não tem a capacidade de enxergar o quanto aquilo que o outro faz é realmente “terrorismo”.

Essa pessoa que utiliza armas de poder contra outras tem uma necessidade muito grande de se sentir aprovada, como estas pessoas não se sentem capazes emocionalmente, elas se sentem bem quando “ganham” algo sobre o outro.  Mas devido a incapacidade que elas tem, a única forma que elas arranjam para fazer isso (se sentirem valorizadas/aprovadas)  é forçando algo. Então são pessoas que utilizam uma certa posição como poder (falso poder). Funciona mais ou menos assim: Elas obrigam o outro a fazer o que elas querem forçando o outro através de chantagem, agressão e muitas outras armas. Pois assim elas conseguem de certa forma este “falso poder”.

Falso poder porque elas não se sentem dignas suficiente para serem honestas consigo mesmas. Esta pessoas sofreram muito e geralmente a necessidade de atenção e amor é tão grande que sentem este falso poder forçando situações. Elas não percebem que é tudo falso.  A amor verdadeiro não cobra nada. Fazer algo pelo outro por carinho é muito diferente da situação na qual a pessoa precisa fazer por obrigação. O resultado final aparentemente é o mesmo, mas o  sentimento por trás é totalmente outro.

Em contrapartida a pessoa que se submete pode ter vários perfis. O primeiro eu já disse acima, muitas vezes a situação se torna  difícil de sair, pois a pessoa se encontra amarrada a situação de diversas formas. O que essa pessoa não percebe é que existe uma solução, mas geralmente  estas pessoas precisam de alguém de fora que mostre o caminho. Em casos extremos onde o outro utiliza além do poder emocional, também agressão, fica mais complicado ainda, mas existe luz no final do túnel!

Não ache você que o perfil da pessoa que se submete é de alguém sem conhecimento! Vejo pessoas de todas as classes sociais, de todos os tipos que se submetem a este tipo de terrorismo. Estas pessoas de certa forma se sentem menos valorizadas também, pois entendem dentro delas que precisam provar que valem, então como o outro não as valoriza, elas ficam constantemente tentando provar e se submetendo. É um ciclo vicioso que a pessoa não consegue enxergar.

O caminho de cura para ambos é entender onde tudo isso começou,  como esta pessoa  vivenciou os primeiros anos de vida, como ela entendeu sobre quem ela pode ou nãos ser. Geralmente estas pessoas  não tiveram suas necessidades básicas de amor e  cuidados supridas da forma devida, então mais tarde na vida a pessoa tenta resgatar isso submetendo o outro ou se submetendo ao outro. 

Isso pode ser  tratado entendendo como exatamente isso aconteceu e principalmente como cada pessoa lidou com isso, já que cada um entende, absorve e lida diferente com as adversidades da vida. É um caminho de retorno, onde chega-se a raiz, a primeira vez que isso aconteceu, então voltamos ano a ano curando todos os “buracos” e assim refazendo esta sensação emocional. Assim a pessoa se sente segura e consegue assim caminhar bem em sua vida, parando de se submeter as diversas situações que só a puxam para baixo.
Se você tem este perfil que descrevi acima, é necessário ir a raiz do problema, para assim você acreditar e sentir quem realmente você é descobrir então todo o seu valor! Utilizo uma técnica rápida, geralmente em um mês as pessoas já tem grandes resultados!

Você é a outra?



Isso não é uma regra, mas algo que tenho observado como comum entre as pessoas que se submetem ao perfil da “outra” ou do “outro”.

Estas pessoas geralmente tem um profundo sentimento de não merecimento. São pessoas que por acharem que não merecem se submetem a algo “pela metade”. Estas pessoas esperam eternamente pela chegada da sua vez. 
Acreditam sempre que a situação vai mudar, que seus parceiros vão deixar maridos ou esposas e vão enfim lhes assumir. O que não entendem de imediato é que se os parceiros realmente gostassem delas, já teria as teria assumido.

Em contrapartida,  a  pessoa que mantém um amante e não larga mão do casamento é uma pessoa que usa a outra de forma conveniente, como uma diversão mesmo. Pois a pessoa que espera eternamente para ser enfim escolhida, mantém um padrão melhor  de cuidados pessoais. Por sempre querer provar que merece, está sempre a procura de mostrar o melhor, então se cuida mais, se submete muito mais, está sempre pronta, cheirosa, etc.

É justamente esta necessidade de ser validada que destrói a vida da pessoa. Ela não percebe que se submeter a algo assim só a fará se sentir com menos valia.
Geralmente estas pessoas em sua infância não foram validadas e cresceram com a ideia de que são inferiores, de que para elas não tem espaço. São pessoas que cresceram se sentindo menosprezadas. Pessoas que ouviram inúmeras vezes que não valiam, que suas cosias não valiam. Outras pessoas passaram por situações nas quais precisaram “sobreviver emocionalmente” sozinhas em idade bem pequena, pessoas que foram criadas por pessoas que precisaram cuidar delas não por opção. Então, o sentimento que ficou é de não ser bom o suficiente. Claro, tudo isso é entendido de forma inconsciente. Quando esta pessoa cresce, se submete então a qualquer coisa em várias áreas da vida.

Isso pode ser  tratado entendendo como exatamente isso aconteceu e principalmente como cada pessoa lidou com isso, já que cada um entende, absorve e lida de forma diferente com as adversidades da vida. É um caminho de retorno, onde chega-se à raiz, à primeira vez em que isso aconteceu, então voltamos ano a ano curando todos os “buracos”, refazendo esta sensação emocional. Assim a pessoa se sente segura e consegue caminhar bem em sua vida, parando de se submeter às diversas situações que só a puxam para baixo.

Se você tem este perfil que descrevi acima, é necessário ir à raiz do problema, para assim você acreditar e sentir quem realmente você é e descobrir então todo o seu valor! Utilizo uma técnica rápida, geralmente em um mês as pessoas já têm grandes resultados!

Cristina Longhi - jornadasdaalma@gmail.com