Você é a outra?



Isso não é uma regra, mas algo que tenho observado como comum entre as pessoas que se submetem ao perfil da “outra” ou do “outro”.

Estas pessoas geralmente tem um profundo sentimento de não merecimento. São pessoas que por acharem que não merecem se submetem a algo “pela metade”. Estas pessoas esperam eternamente pela chegada da sua vez. 
Acreditam sempre que a situação vai mudar, que seus parceiros vão deixar maridos ou esposas e vão enfim lhes assumir. O que não entendem de imediato é que se os parceiros realmente gostassem delas, já teria as teria assumido.

Em contrapartida,  a  pessoa que mantém um amante e não larga mão do casamento é uma pessoa que usa a outra de forma conveniente, como uma diversão mesmo. Pois a pessoa que espera eternamente para ser enfim escolhida, mantém um padrão melhor  de cuidados pessoais. Por sempre querer provar que merece, está sempre a procura de mostrar o melhor, então se cuida mais, se submete muito mais, está sempre pronta, cheirosa, etc.

É justamente esta necessidade de ser validada que destrói a vida da pessoa. Ela não percebe que se submeter a algo assim só a fará se sentir com menos valia.
Geralmente estas pessoas em sua infância não foram validadas e cresceram com a ideia de que são inferiores, de que para elas não tem espaço. São pessoas que cresceram se sentindo menosprezadas. Pessoas que ouviram inúmeras vezes que não valiam, que suas cosias não valiam. Outras pessoas passaram por situações nas quais precisaram “sobreviver emocionalmente” sozinhas em idade bem pequena, pessoas que foram criadas por pessoas que precisaram cuidar delas não por opção. Então, o sentimento que ficou é de não ser bom o suficiente. Claro, tudo isso é entendido de forma inconsciente. Quando esta pessoa cresce, se submete então a qualquer coisa em várias áreas da vida.

Isso pode ser  tratado entendendo como exatamente isso aconteceu e principalmente como cada pessoa lidou com isso, já que cada um entende, absorve e lida de forma diferente com as adversidades da vida. É um caminho de retorno, onde chega-se à raiz, à primeira vez em que isso aconteceu, então voltamos ano a ano curando todos os “buracos”, refazendo esta sensação emocional. Assim a pessoa se sente segura e consegue caminhar bem em sua vida, parando de se submeter às diversas situações que só a puxam para baixo.

Se você tem este perfil que descrevi acima, é necessário ir à raiz do problema, para assim você acreditar e sentir quem realmente você é e descobrir então todo o seu valor! Utilizo uma técnica rápida, geralmente em um mês as pessoas já têm grandes resultados!

Cristina Longhi - jornadasdaalma@gmail.com

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